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- Confira os destaques de Os Pingos nos Is desta quarta-feira (16):
A análise sobre a conduta do ministro André Mendonça, agendados pelo presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, para o dia 23 de setembro, entrou em cenário de incerteza. A paralisação da sessão após o pedido de vista de Flávio Dino, quando o placar estava em 4 a 3 contra a unificação do processo ao de Alexandre de Moraes, deixou sem resposta se o caso de Mendonça pode avançar antes da conclusão do rito sobre a tramitação conjunta.
Os fortes embates e a falta de desfecho na sessão extraordinária do Supremo Tribunal Federal (STF), ocorrida nesta terça-feira (15), reascenderam a pressão no Congresso Nacional pela aprovação da Reforma do Judiciário. Senadores voltaram a defender uma reforma nas regras do STF.
A troca de mensagens e o rompimento de contato no WhatsApp entre os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) expuseram a gravidade da crise interna na Corte. O decano Gilmar Mendes criticou Kássio Nunes Marques, que o bloqueou no aplicativo após o desentendimento.
Mensagens no WhatsApp entre integrantes do Supremo Tribunal Federal (STF) revelou o clima de tensão nos bastidores da alta corte. O ministro Luiz Fux mandou o decano Gilmar Mendes "não encher o saco" após ser cobrado por sua postura na Segunda Turma. As conversas privadas vieram à tona em meio às divergências sobre as investigações da Polícia Federal (PF) envolvendo o Banco Master, o ex-banqueiro Daniel Vorcaro e o pedido de vista de Flávio Dino.
A ministra Cármen Lúcia lamentou a perda de credibilidade das instituições públicas perante a sociedade durante a sessão do Supremo Tribunal Federal (STF). Cármen Lúcia ressaltou que buscar o acerto e agir com transparência é um dever e uma imposição para todos os servidores.
Cármen Lúcia recebeu um arranjo de flores e uma carta assinada por juízas com a mensagem "você não está sozinha". O gesto de apoio ocorre após a ministra pedir desculpas em plenário pelo tom dos embates e pela reação durante a sessão extraordinária do Supremo Tribunal Federal (STF).
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) criticou o senador Flávio Bolsonaro (PL) ao comentar os desdobramentos da crise no Supremo Tribunal Federal (STF). Lula (PT) declarou que a obsessão do parlamentar é o ministro Alexandre de Moraes e afirmou que a reação da oposição ocorre por receio das investigações da Polícia Federal (PF) envolvendo o Banco Master e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro.
O presidente e candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT) minimizou as recentes pesquisas eleitorais e afirmou não ver "como não ganhar" a disputa pela Presidência. Lula afirmou que não é movido a números de levantamentos e defendeu que as entregas do terceiro mandato serão suficientes para superar a oposição.
Você confere essas e outras notícias em Os Pingos nos Is. - Confira os destaques de Os Pingos nos Is desta terça-feira (15):
No editorial do programa Os Pingos Nos Is desta terça-feira (15), o apresentador André Marsiglia comentou a sessão do STF, que foi suspensa como placar em 4 a 3 para julgar Alexandre de Moraes e André Mendonça separados. Para Marsiglia, o julgamento não abordou o objeto do julgamento, que seria a troca de mensagens entre Moraes e Daniel Vorcaro, do Banco Master. “O Brasil segue sem explicações sobre um contrato de quase R$ 130 milhões”.
Durante a sessão extraordinária do Supremo Tribunal Federal (STF), desta terça-feira (15), o ministro Nunes Marques declarou seu impedimento para votar no julgamento que define se a Polícia Federal (PF) deve prosseguir com as investigações sobre as conversas vazadas entre o ministro Alexandre de Moraes e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master. Ao se afastar do plenário, o magistrado afirmou que não se sentia confortável para deliberar sobre a pauta e a unificação do processo ao caso de André Mendonça.
Durante a sessão extraordinária do Supremo Tribunal Federal (STF), o ministro Dias Toffoli declarou sua suspeição para julgar o processo que analisa se a Polícia Federal (PF) deve prosseguir com as investigações sobre mensagens vazadas entre o ministro Alexandre de Moraes e o ex-dono do Banco Master, Daniel Vorcaro.
Os ministros Alexandre de Moraes e André Mendonça protagonizaram um bate-boca durante a sessão extraordinária do Supremo Tribunal Federal (STF), que julgava se a Polícia Federal (PF) deve prosseguir com as investigações sobre mensagens vazadas entre Moraes e o ex-dono do Banco Master, Daniel Vorcaro. “Quem tem medo da Polícia Federal”, questionou Moraes, que logo foi confrontado por Mendonça.
Os ministros André Mendonça e Gilmar Mendes protagonizaram um bate-boca tenso na sessão extraordinária do Supremo Tribunal Federal (STF), nesta terça-feira (15). Mendonça reagiu de maneira firme a fala de Gilmar, afirmando que o colega não estava falando com qualquer um e exigindo que não apontasse o dedo para ele.
O ministro Alexandre de Moraes disse, em sua defesa, que a “tentativa de golpe não se encerrou em 8 de janeiro de 2023”, se referindo à invasão do Congresso Nacional ocorrida neste dia, e que “simplesmente mudou seu modus operandi”. A defesa foi apresentada na madrugada desta terça-feira (15). “Mas assim como na primeira vez, o Supremo Tribunal Federal saberá resistir e saíra fortalecido, mantendo a defesa plena da Constituição, do Estado de Direito e da Democracia”, diz trecho do despacho.
Você confere essas e outras notícias em Os Pingos nos Is. - Confira os destaques de Os Pingos nos Is desta segunda-feira (14):
O editorial do programa Os Pingos Nos Is, desta segunda-feira (14), André Marsiglia comentou sobre a sessão extraordinária do Supremo Tribunal Federal (STF), marcada para esta terça-feira (15), às 10h, onde os ministros decidirão se Alexandre de Moraes será investigado sobre as mensagens com ex-banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master. Para Marsiglia, a sessão não será sobre o ministro, mas sim sobre o futuro da própria Suprema Corte. “A sessão de amanhã não será sobre o futuro de Alexandre de Moraes. Será sobre o futuro do Supremo”.
A bancada do Os Pingos Nos Is analisou, nesta segunda-feira (14), a decisão do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, de assumir a relatoria que investiga as conversas entre o ministro Alexandre de Moraes e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master. Ele conduzirá a sessão extraordinária desta terça-feira (15), que vai definir se a Polícia Federal (PF) deve ou não prosseguir com as investigações.
O governo dos Estados Unidos avalia uma nova rodada de sanções contra autoridades brasileiras, incluindo integrantes do Supremo Tribunal Federal (STF), que pode ser aplicada a qualquer momento. O ministro Alexandre de Moraes permanece no centro dessas conversas.
Em publicação feita em seu perfil no X, nesta segunda-feira (14), o senador Hamilton Mourão (Republicanos-RS) afirmou que o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, terá que atuar conforme a altura de suas responsabilidades. O parlamentar cobrou atuação firme diante dos recentes desdobramentos envolvendo ministros do tribunal na sessão extraordinária marcada para esta terça-feira (15).
A senadora Damares Alves (Republicanos) criticou o Supremo Tribunal Federal (STF), nesta segunda-feira (14). Durante a coletiva de imprensa, a parlamentar acusou a Suprema Corte de interferência em inquéritos. Damares disse esperar que o presidente do STF, Edson Fachin, “não tenha medo de dar prosseguimento a abertura desse inquérito”, se referindo às investigações sobre as conversas entre Alexandre de Moraes e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro.
O ex-ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Marco Aurélio Mello cobrou uma postura exemplar dos integrantes da Corte. Ao comentar a sessão do STF marcada para esta terça-feira (15), o ex-ministro disse que aguarda “uma postura exemplar” da Suprema Corte.
Uma coluna publicada pelo jornal norte-americano Wall Street Journal, assinada por Mary Anastasia O’Grady, afirma que o escândalo envolvendo o Banco Master está fazendo com que os brasileiros repensem sobre a atuação do Supremo Tribunal Federal (STF). O texto foi publicado neste domingo (13).
A empresária Roberta Luchsinger, acusada de tráfico de influência no governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e amiga de Lulinha, defendeu Karina Gama, produtora do filme Dark Horse, que conta a história do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Em publicação nas redes sociais neste domingo (13), Luchsinger criticou “ataques machistas” contra a produtora. “Que toda mulher possa ter seus direitos e garantias respeitados e que nenhuma seja submetida a ataques machistas, misóginos ou à destruição de sua dignidade”, escreveu.
Uma pesquisa da Quaest, divulgada nesta segunda-feira (14), aponta que 68% dos brasileiros defendem mais exigências para nomeação de um ministro da Suprema Corte. O mesmo levantamento mostra que a desconfiança no STF cresceu dez pontos em meio à Crise.
Você confere essas e outras notícias em Os Pingos nos Is. - Confira os destaques de Os Pingos nos Is desta sexta-feira (11):
O ministro André Mendonça, do STF, retirou o sigilo dos inquéritos referentes ao Banco Master nesta sexta-feira (11), atendendo à determinação do presidente da Corte, ministro Edson Fachin.
O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou nesta sexta-feira (11), ter feito uma retirada seletiva do sigilo de documentos relacionados às investigações sobre o Banco Master. Segundo a resposta apresentada pelo magistrado, foram tornados públicos todos os procedimentos relacionados ao tema que serão analisados pelo plenário da Corte na próxima terça-feira (15).
O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou nesta sexta-feira (11) que o caso envolvendo os relatórios da Polícia Federal sobre o Banco Master ainda não está pronto para ser julgado. Em ofício enviado a Edson Fachin, o decano pediu que o presidente da Corte concentre a condução dos procedimentos ligados à crise antes de levar o tema ao plenário.
Após André Mendonça negar que tenha sido seletivo na divulgação de documentos do caso Banco Master, o ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), pediu nesta sexta-feira (11) que todos os integrantes da Corte tenham acesso à íntegra dos dados extraídos do celular de Daniel Vorcaro. O material está relacionado ao processo que será analisado pelo plenário na próxima terça-feira (15).
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), voltou a contestar nesta sexta-feira (11) a forma como André Mendonça liberou documentos ligados ao caso Banco Master. Em novo ofício enviado ao presidente da Corte, Edson Fachin, Moraes afirmou que 18 procedimentos inteiros e outros 180 documentos continuam fora do acesso dos demais ministros e acusou Mendonça de agir em proteção a um determinado grupo político.
Em conversas reservadas com o presidente do STF, Edson Fachin, ministros da Corte alertaram para a alta probabilidade de um pedido de vista durante a sessão extraordinária do Caso Master, marcada para terça-feira (15). A movimentação articular um eventual adiamento da votação no plenário, ampliando as incertezas jurídicas.
Você confere essas e outras notícias em Os Pingos nos Is. - Confira os destaques de Os Pingos nos Is desta quinta-feira (10):
No programa Os Pingos Nos Is, desta quinta-feira (10), André Marsiglia fala sobre o que esperar da sessão plenária do Supremo Tribunal Federal (STF) marcada para o dia 15 de setembro. Os ministros discutirão o relatório da Polícia Federal (PF) que aponta uma suposta relação entre Moraes e o banqueiro Daniel Vorcaro. Para Marsiglia, o que está em jogo é o destino das investigações e de seus relatores. “Mendonça continuará com os seus casos, que alcançam Moraes e Lulinha? Moraes voltará a ter em mãos o inquérito das fake news?”, questiona.
O ministro Alexandre de Moraes recuou e cancelou o pronunciamento oficial apenas uma hora após anunciar que faria uma declaração pública nesta quinta-feira (10). O pronunciamento estava marcado para as 11 horas.
A Polícia Federal (PF) deflagrou nesta quinta-feira (10), em parceria com a Controladoria-Geral da União (CGU), uma operação que investiga suspeitas de desvio de recursos de emendas parlamentares relacionados ao filme “Dark Horse”, produção sobre a trajetória do ex-presidente Jair Bolsonaro. Entre os alvos de busca e apreensão estão o deputado federal Mario Frias (PL-SP) e a produtora Karina Gama.
O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) criticou, nesta quinta-feira (10), a operação da Polícia Federal (PF) que investiga o financiamento e o suposto repasse de emendas ao filme 'Dark Horse', longa que aborda a trajetória do ex-presidente Jair Bolsonaro. Em agenda de campanha nesta quinta-feira (10), Flávio afirmou que a produção não utilizou dinheiro público e classificou a ação, autorizada pelo ministro Flávio Dino, como uma “tentativa de interferência política” no processo eleitoral.
A empresária Karina Ferreira da Gama, dona Go Up Entertainment, produtora responsável pelo filme Dark Horse, diz ter sido pressionada, nos últimos meses, para fazer uma delação premiada sobre o filme, que conta a história do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). A Polícia Federal (PF) deflagrou nesta quinta-feira (10), em parceria com a Controladoria-Geral da União (CGU), uma operação que investiga suspeitas de desvio de recursos de emendas parlamentares relacionados ao filme.
O candidato à Presidência da República, Renan Santos (Missão), acionou o Supremo Tribunal Federal (STF) com um pedido de derrubada do sigilo de inquéritos que envolvem figuras centrais da política e do Judiciário nacional.
Um manifesto assinado por mais de 3 mil entidades civis e juristas cobra ações concretas, transparência e imparcialidade dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). O manifesto pede que os fatos sejam analisados com urgência pelo Plenário da Corte, o que engloba todos os ministros, e em sessão pública.
A Ordem dos Advogados do Brasil no Distrito Federal (OAB-DF) instaurou um processo ético-disciplinar contra a sociedade de advocacia Barci & Barci Advogados, integrada por Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro Alexandre de Moraes, e pelos filhos do casal. A apuração se baseia nos relatórios da Polícia Federal referentes às investigações do Banco Master e de contratos milionários sob suspeita de irregularidades.
O candidato à Presidência da República, Ronaldo Caiado (PSD), fez duras críticas à atual crise institucional que envolve o Supremo Tribunal Federal (STF) e a condução do governo federal. Caiado afirmou que o Brasil vive um momento de desorientação política e declarou que "o país está sem comando" e que a situação coloca em risco a democracia.
O governador de São Paulo e candidato à reeleição, Tarcísio de Freitas (Republicanos), defendeu a apuração sobre o financiamento do filme 'Dark Horse' e os desdobramentos ligados ao caso Banco Master. Em declarações prestadas nesta quinta-feira (10), Tarcísio afirmou que a sociedade brasileira merece esclarecimentos completos sobre o escândalo financeiro e cobrou respostas claras das instituições.
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