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  • Os Pingos nos Is

    Lula sugere punir Flávio Bolsonaro após novo tarifaço dos EUA

    02/06/2026 | 1 h 57 min
    Confira os destaques de Os Pingos nos Is desta terça-feira (02):

    Em forte discurso, o presidente Lula (PT) atacou duramente os filhos do ex-presidente Jair Bolsonaro, rotulando-os de "vendilhões da pátria" e "traidores".

    O relatório do Departamento de Comércio dos EUA justificou a análise de um novo tarifaço contra o Brasil apontando problemas estruturais graves: práticas de censura judicial, intervenção digital nas redes sociais e corrupção.

    O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) rebateu as acusações do presidente Lula (PT), que o chamou de "traidor" e "imbecil" em Goiás. O pré-candidato revelou que fez um apelo expresso a Donald Trump, J.D. Vance e Marco Rubio para que o Brasil não sofresse novas sanções econômicas.

    O novo levantamento do IBPT revelou que o brasileiro médio precisou trabalhar exatos 150 dias em 2026 — de 1º de janeiro a 30 de maio — apenas para quitar seus impostos, taxas e contribuições.

    O governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) elevou o tom contra seu provável rival ao Palácio dos Bandeirantes, Fernando Haddad (PT). Em entrevista, Tarcísio ironizou a passagem do petista pela Esplanada, chamando-o de "o melhor ministro da Fazenda da história do Paraguai".

    O ex-ministro da Justiça e do STF, Ricardo Lewandowski, subiu o tom contra o desenho institucional brasileiro. O jurista afirmou que a clássica separação de Poderes "não funciona mais" e gera uma paralisia.

    O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, elevou ao limite o tom contra Brasília durante depoimento ao Comitê de Relações Exteriores do Senado. Rubio listou o Brasil como uma das poucas exceções de aliados na América Latina, emparelhando o país a regimes como Cuba, Venezuela e Nicarágua.

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  • Os Pingos nos Is

    Governo foca em ameaça econômica dos EUA e 'ignora' segurança.

    01/06/2026 | 1 h 58 min
    Confira os destaques de Os Pingos nos Is desta segunda-feira (01):

    A decisão de enviar o ministro da Fazenda, Dario Durigan, a Washington para blindar o Pix gerou fortes críticas da oposição. Parlamentares acusam o governo Lula (PT-SP) de focar exclusivamente em potenciais prejuízos comerciais e "ignorar" o combate à criminalidade no Brasil.

    Deputados do PSOL e da Rede protocolaram uma representação criminal na PGR contra o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), acusando-o de "traição à pátria" e atentado à soberania nacional.

    Líderes da oposição no Congresso fecharam questão e manifestaram apoio unânime à decisão dos EUA de classificar as facções brasileiras como terroristas.

    O balanço oficial dos Correios revelou um rombo assustador de R$ 3,1 bilhões apenas no primeiro trimestre de 2026. O resultado representa uma explosão de 82,3% nas perdas em comparação com o mesmo período de 2025.

    Durante o lançamento da plataforma de streaming Tela Brasil, no Rio de Janeiro, o presidente Lula (PT) defendeu que a esquerda precisa "aprender a usar" o verde e amarelo durante a Copa do Mundo de 2026.

    O pacote de contingenciamento do governo federal atingiu em cheio a ANAC, provocando o bloqueio de R$ 24 milhões no orçamento da agência reguladora por meio do Decreto 12.990. Como reflexo imediato, a autarquia suspendeu a aplicação de provas teóricas para emissão e renovação de licenças de pilotos..

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  • Os Pingos nos Is

    Lula critica os EUA por decisão sobre PCC e CV / atentado contra Flávio

    30/05/2026 | 1 h 57 min
    Confira os destaques de Os Pingos nos Is desta sexta-feira (29):

    O presidente Lula criticou a decisão dos Estados Unidos de classificar as facções brasileiras PCC e Comando Vermelho como organizações terroristas, alegando temer uma possível intervenção internacional. A declaração gerou forte repercussão no ecossistema político, com analistas apontando que a medida de Washington foca no bloqueio financeiro e no combate ao crime transnacional.

    O especialista em segurança e defesa Alessandro Visacro afirmou, em entrevista ao programa Os Pingos nos Is, que a classificação do PCC e do Comando Vermelho como organizações terroristas pelos EUA expõe um "déficit crescente" na soberania do Brasil. Visacro criticou a abordagem "populista" e a negligência histórica do Estado, destacando que a perda de controle territorial e a fusão de atividades lícitas e ilícitas pelas facções exigem uma política de Estado robusta, e não apenas ações governamentais de curto prazo.

    A porta-voz do Departamento de Estado dos EUA, Amanda Robertson, detalhou em entrevista exclusiva à Jovem Pan News a decisão do governo Trump de classificar o PCC e o Comando Vermelho como organizações terroristas. Segundo dados oficiais, os grupos já possuem ramificações em pelo menos 12 estados norte-americanos, ameaçando a segurança de ambos os países.

    O presidente Lula afirmou que enviará novamente o nome de Jorge Messias, atual Advogado-Geral da União, para a vaga no Supremo Tribunal Federal. A declaração ocorreu após o Senado Federal rejeitar a primeira indicação de Messias, marcando uma derrota histórica para o Planalto.

    A Polícia do Senado abriu uma investigação para apurar um suposto plano de atentado contra o senador Flávio Bolsonaro. As suspeitas surgiram após declarações do funkeiro MC Miza em uma entrevista, na qual sugeriu o envolvimento da influenciadora Deolane Bezerra, que está presa e sob suspeita de ligação com o PCC. A defesa da advogada classificou as acusações como "absurdas e irresponsáveis", enquanto o senador afirmou que não se deixará intimidar pelo crime organizado.

    O ministro do STF, Luiz Fux, cobrou celeridade na solução da crise financeira do Banco de Brasília (BRB) para proteger cerca de R$30 bilhões em depósitos judiciais e evitar o desgaste da credibilidade do Judiciário. A engenharia para o socorro prevê um aporte de R$6,5 bilhões via Fundo Garantidor de Crédito (FGC), blindando o caixa da União. No entanto, analistas alertam que a triangulação financeira com garantias estatais transfere, em última instância, o risco da operação para o bolso do contribuinte.

    O rombo das empresas estatais brasileiras atingiu a marca de R$7,687 bilhões no primeiro quadrimestre de 2026, superando o déficit registrado em todo o ano anterior. O resultado negativo, puxado principalmente pelas empresas federais e estaduais, reacendeu o debate sobre privatizações no programa Os Pingos nos Is. Os analistas alertam que o desequilíbrio das contas públicas pressiona a inflação e afeta diretamente a economia e os investimentos estratégicos do país.

    O debate sobre o enquadramento de facções criminosas brasileiras ganhou novos capítulos após a decisão dos Estados Unidos em classificar o PCC e o Comando Vermelho como organizações terroristas. Enquanto o promotor Lincoln Gakiya, do Gaeco, defende que os grupos atuam como "empresas multinacionais do crime" com características mafiosas, analistas discutem o impacto da medida na cooperação internacional.

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  • Os Pingos nos Is

    EUA classificam PCC e CV como terroristas / PF negocia delação de Vorcaro

    28/05/2026 | 1 h 59 min
    Confira os destaques de Os Pingos nos Is desta quinta-feira (28):

    O Departamento de Estado dos EUA anunciou a classificação das facções brasileiras Primeiro Comando da Capital (PCC) e Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas globais e estrangeiras, com vigência a partir de 5 de junho. A medida, que repercutiu fortemente nos bastidores de Washington e Brasília, ocorreu logo após um encontro estratégico entre o senador Flávio Bolsonaro e Donald Trump e gerou debates entre os comentaristas do programa Os Pingos nos Is sobre a perda de soberania nacional e os impactos práticos no combate ao crime organizado transnacional.

    Diante da classificação das facções brasileiras PCC e CV como organizações terroristas globais pelos EUA, Guilherme Derrite apontou a medida como um avanço crucial no combate internacional ao crime organizado, já o assessor especial da presidência, Celso Amorim, criticou a postura de Washington.

    O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, encaminhou à CCJ uma proposta alternativa da oposição à PEC que extingue a escala de trabalho 6x1. O novo texto, liderado pelo senador Rogério Marinho, propõe um regime flexível de jornada baseado em negociações diretas entre patrões e empregados. A medida surge como reação à aprovação da PEC na Câmara.

    O debate sobre o fim da escala 6x1 ganha novos desdobramentos com a reação de líderes do setor produtivo e analistas políticos. O presidente da Fiesp, Paulo Skaf, criticou duramente a proposta aprovada na Câmara, classificando o engessamento da jornada na Constituição como um retrocesso econômico. Em contrapartida, o Senado discute uma PEC alternativa para flexibilizar a carga horária por meio de acordos diretos entre patrões e empregados.

    O plenário da Câmara dos Deputados virou palco de debate após o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) votar a favor da PEC que propõe o fim da escala 6x1. Os comentaristas do programa Os Pingos nos Is apontaram o risco de demissões em massa e um cenário de judicialização trabalhista no país.

    A Polícia Federal voltou a negociar um acordo de delação premiada com o banqueiro Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master. A nova proposta envolve uma devolução recorde de R$60 bilhões, valor que equivale à arrecadação anual de alguns estados do Brasil. O recuo da PF, que antes considerava as informações insuficientes, divide opiniões entre analistas jurídicos e levanta questionamentos sobre os bastidores da investigação em andamento no Supremo Tribunal Federal.

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  • Os Pingos nos Is

    Fim da escala 6x1 / Caiado vice de Zema / Encontro de Flávio com Rubio

    28/05/2026 | 1 h 59 min
    Confira os destaques de Os Pingos nos Is desta quarta-feira (27):

    A Comissão Especial da Câmara dos Deputados aprovou o texto-base da PEC que prevê o fim da escala de trabalho 6x1, enviando a matéria para votação imediata no Plenário. O debate ganhou forte tensão política após parlamentares da oposição articularem um destaque para forçar a votação da proposta original de 4x3, manobra classificada por críticos e comentaristas como um "populismo eleitoral desastroso" que engessa o mercado de trabalho e ignora a realidade técnica das pequenas empresas.

    A possível aliança entre os pré-candidatos à presidência Romeu Zema e Ronaldo Caiado já no primeiro turno de 2026 movimenta os bastidores políticos de Brasília em ano de eleição. A articulação ganha força como uma estratégia de união da centro-direita diante do cenário de estagnação nas pesquisas eleitorais. O movimento sinaliza um rearranjo importante no tabuleiro político, especialmente após os desdobramentos envolvendo outros nomes de oposição.

    Em entrevista exclusiva ao programa Os Pingos nos Is, o pré-candidato à presidência Ronaldo Caiado negou os boatos de que assumiria o posto de vice em uma chapa com Romeu Zema já no primeiro turno. Caiado reforçou a necessidade de união da centro-direita para derrotar o PT, minimizou os atritos causados pelos áudios recentes envolvendo Flávio Bolsonaro e adiantou que, se eleito, sua primeira medida será decretar anistia plena para os envolvidos nos atos de 8 de janeiro.

    A Câmara dos Deputados discute a proposta de fim da escala 6x1 em plenário, com forte polarização entre governistas e oposição. Em entrevista ao programa Os Pingos nos Is, a deputada Júlia Zanatta (PL-SC), que votou contra o relatório na comissão especial, criticou o governo Lula e apontou a "hipocrisia" no debate. A parlamentar destacou que a oposição foca no impacto para pequenas empresas e cobrou coerência diante da sugestão de uma escala ainda mais rígida, a 4x3.

    O senador Flávio Bolsonaro e o ex-deputado Eduardo Bolsonaro cumprem uma agenda estratégica em Washington, fortalecendo laços com a cúpula do governo Donald Trump. Após um encontro reservado com o próprio presidente norte-americano na Casa Branca, os irmãos se reuniram com o Secretário de Estado, Marco Rubio, e outras lideranças influentes da política dos EUA.

    O presidente Lula criticou duramente a privatização da Eletrobras, ocorrida em 2022, classificando o processo como "o maior roubo da história do país" e apontando o aumento do salário do presidente da empresa como exemplo. Em debate na Jovem Pan, analistas rebateram as declarações, defendendo que a desestatização gerou eficiência e receita bilionária para o Estado, além de apontarem prejuízos em empresas estatais.

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Acerca de Os Pingos nos Is
O programa da Jovem Pan que revolucionou o jeito de noticiar política e economia, abordando os temas de modo crítico, em um formato de bate-papo e discussão aberta. Os Pingos nos Is alcançou a liderança da audiência no rádio e se tornou referência no segmento no YouTube.
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